PIB do Agronegócio de Minas Gerais

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 O PIB do Agronegócio do Estado de Minas Gerais é calculado pela Cepea com apoio financeiro da Federeção da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (Faemg) e da Secretaria de Agricultura, Peduária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa-MG).
 

 

                                                                                                  


 

 

Julho/16

+0,68

Jan-Jul/16

+4,11%

Relatório do Mês

                                                                      

 

 Comentários de julho/16: 

 

O agronegócio mineiro apresentou alta de 0,68% em julho. O resultado positivo atrelou-se principalmente ao ramo agrícola, que cresceu 1,08%. Neste mês, o ramo pecuário também apresentou resultado positivo (0,23%), seguindo a tendência de alta já verificada em junho. No acumulado, porém, o ramo pecuário permanece em baixa (-2,96%), enquanto o agrícola apresenta expressivo crescimento (11,16%). A participação estimada do agronegócio mineiro no PIB do agronegócio nacional ficou em 13,66%, com elevação de participação em todos os segmentos – ressalta-se, no entanto, que esses valores passam por revisão a cada relatório, devido à atualização das estimativas utilizadas, tanto no País quanto no estado de Minas Gerais.


No segmento primário da agricultura, para os dados avaliados de janeiro até julho, destaca-se o crescimento projetado para a produção de soja (42,57%), milho (38,59) e café (22,66%) com relação ao ano anterior, tendo estas três culturas grande representatividade na agricultura mineira. Também vale ressaltar a grande elevação nas cotações de produtos como feijão, batata, mandioca e laranja. No segmento primário do ramo pecuário, bois, vacas e suínos seguem com baixa acumulada de preços, reflexo da demanda que segue enfraquecida para estas proteínas. Já na avicultura de corte e postura, houve registro de elevação, mas a pressão dos custos tem sido forte sobre as atividades, em decorrência, principalmente, da elevada cotação do milho. Com relação ao leite, a captação segue baixa, o que se reflete em elevação de preços, tanto do leite quanto dos derivados.


No segmento industrial, o setor sucroenergético segue em destaque, principalmente motivado pela alta nas cotações do açúcar, acumulada até julho/16, reflexo do preço internacional do produto. Com isso, muitas usinas têm permanecido mais açucareiras nesta temporada. Outras indústrias também voltadas ao mercado exportador, como celulose e papel, seguem se beneficiando do patamar elevado do dólar com relação ao Real, apesar do recuo da moeda verificado nos últimos meses. 


Com relação ao ambiente macroeconômico, o cenário segue desfavorável, notadamente para as atividades voltadas ao consumo interno. A economia segue em contração, com baixa no PIB brasileiro registrada nos dois primeiros trimestres, e perspectiva de queda de 3,14% no ano, segundo avaliação do mercado divulgada no último relatório Focus divulgado pelo Banco Central. A taxa de desocupação (desemprego) foi estimada em 11,8% no trimestre móvel encerrado em agosto de 2016, com crescimento de 5,1% na população desocupada em relação ao trimestre de março a maio de 2016. 


Com a retração da atividade e do emprego, a arrecadação governamental também segue em queda, com as contas do governo atingindo déficit de 20,3 bilhões em agosto, sendo este o pior resultado para o mês desde o início da série histórica em 1997. O novo governo, portanto, segue com o desafio de buscar a reversão de tal tendência e a recuperação da confiança para a atração de investimentos.

 

Relatório 2015

Contato

pibcepea@usp.br

Equipe

Equipe

Coordenador
Geraldo Sant'Ana de Camargo Barros, Ph.D 
Professor titular Esalq/USP; coordenador científico do Cepea

 

Pesquisadores Cepea
Adriana Ferreira Silva, Dra.
Arlei Luiz Fachinello, Dr.

 

Equipe de apoio
Nicole Rennó de Castro
Leandro Gilio

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